About rodrigo

Foi lançado esta semana o ebook “Para entender as Midias Sociais”. Organizado por Ana Brambilla, ele reune uma serie de textos sobre midias sociais, seus usos, metricas, utilidades e etc. 
Criado bem ao estilo “rede social” o ebook é composto por varios textos de varios autores que participaram do projeto de forma colaborativa. 
Livro sobre internet, feito por quem faz internet. #megusta
Até os direitos autorais do livro não poderiam ser mais “sociais”: é free. Creative Commons.

Entrem no blog do projeto e baixem o de vocês: http://paraentenderasmidiassociais.blogspot.com/



UPDATE: 
ebook sobre mobile marketing: http://mobilizebook.com.br/

dica de @figueiroprol


Saiu no Vida Boa, lindo texto do Jorge Forbes, “Mulheres insatisfeitas e alguns homens”. 

Ele lista características das mulheres e dos homens e dá como ponto de oposição clara entre os gêneros a instisfação da mulher e a repetição masculina. Concordo em gênero, número e grau.


O que me fode é que sou homem, gosto de mulher mais do que lasanha e, ao contrario do que ele diz ser característica apenas feminina, eu também me satisfaço nos detalhes, odeio encontrar pessoas com a mesma roupa que a minha (odeio uniforme e a escravidão do terno) e odeio elogios comparativos (hoje tiveram a coragem de falar que eu estava parecido com o Conrado, aquele da Angelica, lembra? NOT).
Bom, pelo menos isso explica porque eu gosto tanto de mulher, elas são muito mais parecidas comigo e muito mais legais que os homens. =]

Abaixo na integra.  
“As mulheres são basicamente insatisfeitas, o que equivale a dizer que são basicamente desejantes. Pessoas satisfeitas não desejam, por que o fariam?
Fundamentalmente insatisfeitas, elas apontam uma satisfação possível no que ainda virá, no amanhã. Dizê-las sonhadoras vem daí, desse olhar esperançado para um mais além.
Mulheres se satisfazem na diferença, no detalhe. Homens, ao contrário, gostam da ordem unida, do grupo, da massa. Mulheres não querem encontrar um vestido igual ao seu, em uma reunião. Homens, por sua vez, adoram o uniforme. No trabalho: terno e gravata ou o macacão. E nas festas, uniforme de festa: o smoking preto e branco que, se for alugado, será melhor ainda.
Mulheres têm vários gozos na cama, homens tendem a um só, que esmaece em seguida. Pobre!
Mulheres gostam de elogios e homens também. Agora, se você ao elogiar uma mulher compará-la com uma outra, por mais fantástica que essa outra lhe pareça, o elogio vira insulto. Homens não, a comparação os enaltece. Homens gostam de ser Churchills, Pelés, Einsteins.
Mulheres, por não aderirem a padrões, têm sempre muito a escolher e, em decorrência, sofrem pela falta da garantia da escolha. Surge o desarvoramento, sentimento feminino por excelência.
A insatisfação feminina pode ser doença ou provocação. Doença, na histérica imobilizada em sua eterna e repetitiva queixa ao outro, para que lhe restitua aquilo que lhe faltou. Provocação, na sua exigência de uma satisfação além do limite comum, que não se contenta com os troféus que os homens lhe exibem para acalmá-la, pedindo ainda mais, mais além das evidências. Se não fossem essas mulheres, atenção, disse mulheres, não histéricas – não são sinônimos – ainda estaríamos na idade da pedra, com os homens sentados em roda ao redor da fogueira, como hoje fazem ao redor de uma mesa de chope, elogiando mutuamente seus belos tacapes.
Mulheres insatisfeitas, de desejos insatisfeitos, querem novidade, mudança; homens satisfeitos, de desejos impossíveis, querem o mesmo, a segurança da repetição. E assim ficam juntos até o dia em que finalmente se entenderem…”


Ação genial para divulgar campanha contra o contrabando de animais silvestres.
(mas deu sorte não ter rolado nenhuma porrada..rs)

Quem nunca precisou de um loguinho vetorizado para adintar umas horinhas de trabalho cruel. Ou aquela textura de madeira para aquele folder. Ou ainda um monte de coisas vetorizadas, imagens, fundos e dicas de softwares que salvam horas e horas de trabalho ingrato.
No PSMG Dowloads vc escontra isso tudo e muito, mas muito mais.

Realmente é a maior mão na roda, nem tem mais o que falar, é ir e conferir.


Faz algum tempo venho pesquisando e buscando informações sobre o uso das redes sociais e da internet pelas escolas, crianças e adolescentes. Este é um assunto em constante construção, sem conclusões e sem referencias de pesquisa.

O que quero compartilhar e convidar a reflexão, é sobre as midias sociais e os adolescentes. Esse é um assunto que divide opniões em lados completamente opostos, ha quem apoie e ache normal, ha quem abomine e ache completamente pernicioso. 

Eu, particularmente, acho que os dois lados tem razão.

Dentro da minha pesquisa, participei de um curso sobre Marketing Infantil na ESPM, onde esse assunto foi abordado, brevemente. E só não foi mais aprofundado por total falta de referencia para o assunto. Segundo o professor, o unico lugar onde se debate seriamente o tema é entre academicos na Europa e dentro da propria web. (parece que nos EUA a coisa ainda é meio “sem lei”). Ele participou de um congresso em 2009 na Suecia, sobre crianças e midia e lá o assunto foi abordado, mas, segundo ele, ficou focado no debate de onde estaria o problema e o perigo: no meio ou na mensagem. Os debatedores questionaram se o problema são as redes sociais, ou se é a educação que estamos dando aos adolescentes, que naturalmente irá refletir no uso que eles fazer da internet.

Fui para casa com essa enorme pulga atrás da orelha….rs

O mais interessante é perceber que quem esta debatendo o uso consciente da internet para jovens e adolescentes, são os próprios usuários!

É a geração Y que constroi a internet e tb é ela que esta interpretando o uso da rede pela proxima geração (ainda não chamaram de geração Z, mas vão…rs)

No link abaixo vcs verão uma tipica representande do final da geração Y, falar sobre um fato ocorrido com adolescentes no TwitCam. Dois adolescentes deram uns “amassos” ao vivo na rede e lançaram o desafio: quando chegassem a 20 mil views, eles fariam sexo. Estarrecedor não?

Nesta materia do link, vcs verão uma jovem apenas cinco anos mais velha que esses adolescentes debater um pouco sobre como eles (geração Y e a proxima), se comportam na internet, deveriam se comportar, e como as referencias que temos fora da rede vai influenciar diretamente em como iremos nos comportar nela.

É interessante como ela abre o texto expondo seu ponto de vista nada puritano sobre sexualidade, mas faz uma critica contundente de como a nossa sociedade pode ser um tanto hipócrita, ao mesmo tempo que erotiza tudo, reprime o assunto sexo.

Fica a pergunta: Quem não gosta de assistir o Big Brother? E quantas vezes nossos filhos não estavam assistindo junto?

Sobre o exibicionismo dos adolescentes no twitcam