About rodrigo



Eu sempre busquei justificar algumas coisas, para algumas pessoas que eram incapazes de me entender. Quem é meu amigo costuma me definir como uma pessoa tranquila, calma e otimista. Os inimigos me chamam de conformista e resignado.

Mas nenhum destes adjetivos é capaz de explicar o que eu realmente sinto. Me acho mais uma pessoa controlada que calma e mais adaptável do que conformada.

Até conhecer o termo “resiliente”! Essa era a definição. A minha capacidade de me adaptar positivamente as situações é muito maior do que a maioria das pessoas é capaz de compreender. E quando me olham com cara de interrogação, querendo saber o que significa isso, ponho banca de “sabido” conto a parábola do bambu no vento e mando o fulano para o léxico! Hahahaha Era esse o termo, finalmente consegui definir em uma palavra, que nenhum vento é capaz de quebrar as minhas raízes, porque sei o prazer que é deixar minhas folhas no vento, pois o caminho sempre vai em direção da onde minhas raízes apontam.


Há alguns anos conheci uma menina (naquela época ainda era menina…) que falava o “pudim” mais lindo que eu já tinha visto.

E por muitos anos, tantos que nem vale muito a pena contar, esse “pudim” foi insuperável.

Bom, até alguns dias atrás.

Não que essa nova pronuncia do “pudim” seja melhor, pois são coisas diferentes, mas o impacto que causou no meu sossego é comparável.

Em homenagem aos “pudins” da minha vida, mando este post do Seu Jorge.

Como disse são “pudins” diferentes, portanto gostam de Seu Jorge por motivos diferentes. A primeira porque Seu Jorge é quase MPB, a segunda porque é quase Samba.

SEU JORGE – Cru, Samba Esporte Fino e MTV Apresenta.
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