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Essa pergunta simples e corriqueira ganhou uma nova interpretação pelo pessoal da criação da Ogilvy Brasil e aqui do marketing do Red Balloon: E se as crianças pudessem ser realmente o que sonharam quando tinham seus 3, 4 anos?


Assim surgiu a ação Busines Card.


Reunimos algumas crianças para falarem o que pensam do futuro, e filmamos tudo. Dias depois da gravação, elas ganharam um cartão de visitas com a profissão que sonharam, e sairam se divertindo com os amiguinhos.

Confira toda a ação no video, e prepare-se para altas doses de fofura =D



É impressionante como um garoto de 8 anos pode ter tantas certezas na vida. Sabe de quem gosta e o que é. O Garoto sabia o nome da menina que gostava e que era, definitivamente, diferente.

 

Pena que esquecemos de tudo isso na adolescência, e depois custamos a lembrar…

Ele tinha um caderno. Não era qualquer caderno, era um caderno colorido, cheio de desenhos, artes, frases, pautas, uma espécie de diário. Naquela época ele ainda não sabia que gostava mais de ter um caderno do que de escrever nele. Mas escrevia. Escrevia sempre que não podia dizer, isso ele já sabia.

Ana Carolina era o nome da menina. Cabelos negros cacheados que viviam revoltos, como se não aceitassem que a dona era uma menina linda, de pele branca e sardinhas no nariz.

Ela não era a menina mais bonita da escola, nem a mais popular. Era aquele tipo de menina que se esquecia de ser menina. Era por isso, porque ela era mais ela, que ele gostava.

Gostava e escrevia. As vezes desenhava. Outras tantas copiava. O Garoto não entendia, mas adorava o som que as palavras faziam, naquele velho disco:

“Menininha do meu coração

Eu só quero você

A três palmos do chão

Menininha não cresça mais não

Fique pequenininha na minha canção

(…)”

E copiava. E trocava menininha por Aninha. Fazia bilhetes coloridos e não entregava e outros tantos mais bonitos, e esses entregava.

 

Um dia, para felicidade do Garoto, trocaram sem querer de mochila na escola. Era a oportunidade de fazer o desenho mais bonito, com as cores mais coloridas e deixar lá, para que quando destrocassem, ela não tivesse mais duvida de qual garoto lhe escrevia.

 

Mas será que a menina já não sabia? Bom, essas eram as coisas que quando garoto não queremos ter lá muita certeza.

 

E quando grandes também não…
E entregou a mochila, a carta e suas esperanças. E esperou.

 

E se encontraram e se reencontraram. Mas a menina não disse nada. Nem que sim, nem que não, nem que nada.

 

A menina fingiu que não viu. E o Garoto fingiu que esqueceu.

 
As vezes muita personalização atrapalha. Muitas decisões a tomar, muita opção para escolher.
O Subway percebeu isso, mas não desistiu de um dos seus maiores diferenciais. Resolveu, então, educar seus consumidores e ainda fazer uma boa campanha institucional.
É só entrar no site Loucos por Subway que lá o consumidor encontra um montador online de sanduíches.
O site permite o internauta fazer todo o porcesso de montagem do sanduíche, como em um restaurante da rede. Além de pode compartilhar nas redes sociais, imprimir e apresentar uma cópia aos atendentes nos restaurantes, para agilizar o pedido. 
O montador foi desenvolvido  pela agência Redirect, responsável pela gestão online da marca.
Vi ali, noutro Mundo de Marketing


A imagem de um Smat fortwo foi pintada em uma cerca de um parque na Alemanha. Até ai mais um outdoor.
A grande sacada foi que a imagem só pode ser vista, se o expectador estiver em um determinado angulo. Tudo para divulgar o baixo impacto ambiental.

“Quase imperceptível ao meio ambiente”, é a assinatura desta campanha, da BBDO.

Uma Busão Azul passou aqui e me contou.

Esta campanha é para o Reporters Without Borders mostra como a censura pode acabar com a verdade. No caso do marketing, como pode acabar com a criatividade.