Assisti ao excelente filme “A Fabulosa historia de Benjamim Button”. Não estou aqui pra fazer resenha de filme, vá, assista e veja pessoalmente que o filme é fodão. Tão fodão que me fez colocar a cachola pra trabalhar.

O tal do Benjamim nasce velho e vai rejuvenescendo ate morrer (meu sonho dourado, logo após voar) e nesta incrível jornada vai relatando num diário a sua vida. Sem perceber, ele vai entrando e fazendo parte da vida das pessoas. Veja bem, fazendo parte e não marcando. Ninguém percebe o seu problema, ele não é uma peça rara no meio do mar de pessoas naquelas vidas, é só mais um.

Mas, mesmo assim, o marinheiro mostra para ele a sua arte da tatuagem, a velha pianista o ensina a tocar e a sua namorada bailarina dança para ele.

Comecei a pensar que tive uma namorada bailarina que nunca dançou para mim e uma massagista que nunca me fez uma massagem.

Todos relacionamentos muito intensos. Mas agora talvez perceba que a intensidade criou uma barreira para a participação. E não vou negar que a culpa não seja bem minha.

Acho que começarei a deixar de marcar a vida das pessoas e participar delas.

E no meio disso tudo, me pego aqui, querendo apenas um texto de uma jornalista ou um sinal de fumaça…


3 Comments

  1. Beltty Boop.
    Posted 03/02/2009 at 13:07 | Permalink

    Amei o seu blog, Rô!!! Continua escrevendo!!! Um beijo grande!!!

  2. Posted 03/02/2009 at 21:36 | Permalink

    Sinal de fumaça….. Esperar ainda mais….? Participe e marque, os dois, sempre.

  3. lits!
    Posted 11/02/2009 at 12:29 | Permalink

    eu fumo e sou jornalista. serve eu?
    beijo, querido

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