Hoje, 28/07 é o Lingerie Day. E pela primeira vez esse humilde e esquecido blog ganha um homenagem…
É muita emoção! Rolou até uma lágrima…..

PS: Antes que fale, não é fake tá! Não sou tão bom no photoshop assim….rs


Se você é uma pessoa normal, e usa as redes sociais de uma maneira normal, provavelmente o Facebook é o retrato de um pedaço da sua vida. 
(É claro que, se você é fake, troll, ou curte fazer tipinho, o seu facebook é na verdade um bom diagnóstico para o seu terapeuta…rs)

Agora imagina ter todo esse pedaço da sua vida transformado em livro?
Afinal, o facebook não é só um album virtual, nem um lugar para (só) zuar os amigos. Ali você reencontrou pessoas, vez amigos, festejou, chorou, desabafou, gargalhou e registrou tudinho para a posteridade.

Então conheça o EGOBOOK. Essa idéia genial, conta toda sua história no Facebook, desde o primeiro login até hoje! E transforma em um livro. Custa de 29.95$ a 44.95$ e eles entregam no Brasil!


Foi lançado esta semana o ebook “Para entender as Midias Sociais”. Organizado por Ana Brambilla, ele reune uma serie de textos sobre midias sociais, seus usos, metricas, utilidades e etc. 
Criado bem ao estilo “rede social” o ebook é composto por varios textos de varios autores que participaram do projeto de forma colaborativa. 
Livro sobre internet, feito por quem faz internet. #megusta
Até os direitos autorais do livro não poderiam ser mais “sociais”: é free. Creative Commons.

Entrem no blog do projeto e baixem o de vocês: http://paraentenderasmidiassociais.blogspot.com/



UPDATE: 
ebook sobre mobile marketing: http://mobilizebook.com.br/

dica de @figueiroprol


Faz algum tempo venho pesquisando e buscando informações sobre o uso das redes sociais e da internet pelas escolas, crianças e adolescentes. Este é um assunto em constante construção, sem conclusões e sem referencias de pesquisa.

O que quero compartilhar e convidar a reflexão, é sobre as midias sociais e os adolescentes. Esse é um assunto que divide opniões em lados completamente opostos, ha quem apoie e ache normal, ha quem abomine e ache completamente pernicioso. 

Eu, particularmente, acho que os dois lados tem razão.

Dentro da minha pesquisa, participei de um curso sobre Marketing Infantil na ESPM, onde esse assunto foi abordado, brevemente. E só não foi mais aprofundado por total falta de referencia para o assunto. Segundo o professor, o unico lugar onde se debate seriamente o tema é entre academicos na Europa e dentro da propria web. (parece que nos EUA a coisa ainda é meio “sem lei”). Ele participou de um congresso em 2009 na Suecia, sobre crianças e midia e lá o assunto foi abordado, mas, segundo ele, ficou focado no debate de onde estaria o problema e o perigo: no meio ou na mensagem. Os debatedores questionaram se o problema são as redes sociais, ou se é a educação que estamos dando aos adolescentes, que naturalmente irá refletir no uso que eles fazer da internet.

Fui para casa com essa enorme pulga atrás da orelha….rs

O mais interessante é perceber que quem esta debatendo o uso consciente da internet para jovens e adolescentes, são os próprios usuários!

É a geração Y que constroi a internet e tb é ela que esta interpretando o uso da rede pela proxima geração (ainda não chamaram de geração Z, mas vão…rs)

No link abaixo vcs verão uma tipica representande do final da geração Y, falar sobre um fato ocorrido com adolescentes no TwitCam. Dois adolescentes deram uns “amassos” ao vivo na rede e lançaram o desafio: quando chegassem a 20 mil views, eles fariam sexo. Estarrecedor não?

Nesta materia do link, vcs verão uma jovem apenas cinco anos mais velha que esses adolescentes debater um pouco sobre como eles (geração Y e a proxima), se comportam na internet, deveriam se comportar, e como as referencias que temos fora da rede vai influenciar diretamente em como iremos nos comportar nela.

É interessante como ela abre o texto expondo seu ponto de vista nada puritano sobre sexualidade, mas faz uma critica contundente de como a nossa sociedade pode ser um tanto hipócrita, ao mesmo tempo que erotiza tudo, reprime o assunto sexo.

Fica a pergunta: Quem não gosta de assistir o Big Brother? E quantas vezes nossos filhos não estavam assistindo junto?

Sobre o exibicionismo dos adolescentes no twitcam