Faz algum tempo venho pesquisando e buscando informações sobre o uso das redes sociais e da internet pelas escolas, crianças e adolescentes. Este é um assunto em constante construção, sem conclusões e sem referencias de pesquisa.

O que quero compartilhar e convidar a reflexão, é sobre as midias sociais e os adolescentes. Esse é um assunto que divide opniões em lados completamente opostos, ha quem apoie e ache normal, ha quem abomine e ache completamente pernicioso. 

Eu, particularmente, acho que os dois lados tem razão.

Dentro da minha pesquisa, participei de um curso sobre Marketing Infantil na ESPM, onde esse assunto foi abordado, brevemente. E só não foi mais aprofundado por total falta de referencia para o assunto. Segundo o professor, o unico lugar onde se debate seriamente o tema é entre academicos na Europa e dentro da propria web. (parece que nos EUA a coisa ainda é meio “sem lei”). Ele participou de um congresso em 2009 na Suecia, sobre crianças e midia e lá o assunto foi abordado, mas, segundo ele, ficou focado no debate de onde estaria o problema e o perigo: no meio ou na mensagem. Os debatedores questionaram se o problema são as redes sociais, ou se é a educação que estamos dando aos adolescentes, que naturalmente irá refletir no uso que eles fazer da internet.

Fui para casa com essa enorme pulga atrás da orelha….rs

O mais interessante é perceber que quem esta debatendo o uso consciente da internet para jovens e adolescentes, são os próprios usuários!

É a geração Y que constroi a internet e tb é ela que esta interpretando o uso da rede pela proxima geração (ainda não chamaram de geração Z, mas vão…rs)

No link abaixo vcs verão uma tipica representande do final da geração Y, falar sobre um fato ocorrido com adolescentes no TwitCam. Dois adolescentes deram uns “amassos” ao vivo na rede e lançaram o desafio: quando chegassem a 20 mil views, eles fariam sexo. Estarrecedor não?

Nesta materia do link, vcs verão uma jovem apenas cinco anos mais velha que esses adolescentes debater um pouco sobre como eles (geração Y e a proxima), se comportam na internet, deveriam se comportar, e como as referencias que temos fora da rede vai influenciar diretamente em como iremos nos comportar nela.

É interessante como ela abre o texto expondo seu ponto de vista nada puritano sobre sexualidade, mas faz uma critica contundente de como a nossa sociedade pode ser um tanto hipócrita, ao mesmo tempo que erotiza tudo, reprime o assunto sexo.

Fica a pergunta: Quem não gosta de assistir o Big Brother? E quantas vezes nossos filhos não estavam assistindo junto?

Sobre o exibicionismo dos adolescentes no twitcam


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