987822_95717228Veja abaixo 10 sites que debatem, informam e trazem muita coisa prática para quem trabalha com Marketing e Gestão Educacional.

 

7 SITES E PORTAIS

Grandes sites e portais são ótimas referências, pois trazem de maneira aprofundada, informações, números e debates que no dia a dia não temos acesso.

Marketing nas IES - atualizações diárias de notícias e resenhas sobre marketing educacional.

Planeta Y - Esse é o blog do Planeta Y, uma poderosa ferramenta de monitoramento de mídias sociais, especializada no mercado educacional. Muita informação, conteúdo inédito e muita coisa prática para aplicar no dia a dia.

PORVIR - A descrição do site já diz tudo, (temos a) “missão de mapear e divulgar ideias, experiências, ferramentas e pessoas inovadoras que pudessem inspirar melhorias na qualidade da educação brasileira.” E é isso mesmo que acontece, o que há de mais moderno dentro de uma sala de aula passa por aqui.

Lousa Digital - O site é editado pela Sônia Bertocchi, especialista em Gestão Educacional e mantenedora do projeto Educared, da Fundação Telefônica. Neste site você encontra tudo sobre educação em tempos de cultura digital.

Ideias em Educação -  É o blog da Fundação Lemann, nele você encontra novidades sobre as atividades da fundação, que é focada em projetos de desenvolvimento na educação, além de análises sobre políticas educacionais e temas diversos do setor.

Nova Escola - Site da publicação da Editora Abril. Neste link está tudo o que é publicado sobre Gestão Educacional.

The Campus Experience -  O site traz muita informação, quase que diariamente, sobre o mercado educacional, fusões, pesquisas e muita notícia.

 

3 blogs de quem trabalha com a coisa

O que pensa, quais os dilemas, as soluções e as questões de quem trabalha com Marketing Educacional.

Blog da Luciana Palhete – A Lu Palhete Coordenadora de Comunicação e Marketing do UNISAL.

Factuais – Caso ainda não tenha percebido, é esse site que você esta lendo…hehehehe Navegue pela aba Educação e acompanhe as atualizações sobre marketing e comportamento digital nas Instituições de Ensino.

Marketing Educacional - Esse não é um site, é um grupo do Facebook. Feito por e para quem trabalha com marketing educacional, sempre tem uma boa dica de link ou um bom debate sobre o tema.

 

Bonus!

SADEBR - Todo mundo que faz algo relevante em marketing digital nas instituições de ensino se reúne  no SADEBR duas vezes por ano. Precisa dizer mais?

SIEEESP - Site do Sindicato dos Estabelecimento de Ensino no Estado de São Paulo. Além de noticias sobre o mercado e muito material para download, o site traz uma completa agenda de cursos na area de educação e gestão escolar. Recomento muito a palestra da Claudia Oliveira, da Coplanning, que acontece no dia 29 de maio (link).

Crianças & Mídia – Site essencial para quem trabalha com Instituições de Ensino Básico e Fundamental. Muita informação sobre a relação das crianças e adolescentes com a mídia e a tecnologia

Guia para uso responsável da Internet - Elaborado pela Elisa Araujo, do blog Crianças & Mídia, é um guia ilustrado, didático e muito criativo com dicas e orientações para uma melhor relação das crianças com a internet.

 


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“As comunicações de massa são extensões dos mecanismos de percepção humana; são imitadores dos modos de compreensão e discernimento humanos”. – Marshall McLuhan

 

A cada dia que passa, mais e mais pessoas formam e ampliam suas redes sociais através de alguma mídia social, como o Facebook, Orkut, Twitter, Instagram. O que era um fenômeno jovem, nicho da Geração Y e posteriores, se torna hoje habitat natural até para os pais dos Baby Boomers.

Em qual ambiente diferentes gerações se encontram, senão na sala de aula e no ambiente corporativo?

Este é um movimento não só comportamental, onde as pessoas estão ficando mais familiarizadas com a tecnologia, mas ainda um movimento social em que as pessoas percebem que as mídias sociais podem ampliar suas amizades e conexões “reais” por meio do digital.

Muito se discute sobre como as mídias sociais estão mudando a maneira como as pessoas se relacionam. Porém, antes de formar uma nova maneira de convivência, essas redes sociais tendem a repetir o formato dos relacionamentos offline.

Claro que as relações estão mudando. E o mundo virtual reflete isso e precisa ser discutido, analisado, entendido. Porém, não podemos esquecer que as mídias sociais são um meio, não um fim. Vemos diariamente equívocos monstruosos acontecerem. Cada vez que alguém processa o youtube por permitir a publicação de um vídeo que considera ofensivo  é como se esse alguém processasse a HP por ter feito a impressora que imprimiu o folheto onde outro alguém escreveu essas mesmas ofensas. Não podemos confundir o meio com a mensagem nem com o mensageiro.

É por isso que as mídias sociais estão tornando as relações pessoais mais honestas. Essas mídias funcionam como uma “janela”, uma “lente” sem filtro onde as pessoas se expõe mais, se mostram mais. Antes das mídias sociais você poderia trabalhar anos ao lado de alguém sem saber suas convicções políticas. Hoje, em dois ou três posts, você sabe exatamente de que lado ele está. Mídias Sociais não fazem as pessoas brigar mais. Elas apenas mostram mais cedo aquele lado que você não gosta em alguém. Claro que a “sensação de segurança” que é digitar uma atualização no Facebook, ao invés de dizer na cara, faz com que você diga algumas verdades a mais. Mas, mais uma vez, as redes sociais não criam relações, ampliam.

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Para se aprofundar no tema, trago alguns recortes de casos onde o real e o virtual se misturam em ambientes onde temos mais a perder ao se expor: no trabalho e na escola. Aqui você ão encontrará respostas, apenas perguntas. Este é um tema em aberto, que vai desde implicações legais ás questões éticas, permeando sempre as características e regras de conduta de cada ambiente.

Professora pode ser demitida por foto polêmica com alunos no Facebook

O caso aconteceu nos Estados Unidos. (matéria completa aqui) Um estudante pediu um fita crepe para consertar seu fichário, mas ao invés de fazê-lo, acabou cortando um pedaço e colocando na boca. Todo mundo na classe riu, gostaram da “brincadeira” e fizeram o mesmo. A professora também gostou da ideia, tirou uma foto e publicou no Facebook com a seguinte legenda: ““Finalmente encontrei uma forma de deixá-los calados”.

É óbvio que o problema aqui não é a foto ou o Facebook, e sim a imagem de uma conduta que pode ser muito mal interpretada quando visto por quem esta do lado de fora. E foi o que aconteceu. Um funcionário da escola viu a foto, denunciou para a direção, que solicitou que a professora e os alunos retirassem a foto do ar. Isso sem uma única reclamação dos pais ou dos alunos envolvidos.

O que ampara a escola nesse caso são as leis norte americanas, sobre proteção de privacidade das crianças. Se o caso fosse no Brasil as interpretações são muitas. Primeiro por que aqui também existem leis que protegem as crianças à exposição em situações constrangedoras. Não pareceu que na foto houvesse alguma criança sofrendo, pelo contrário, era só mais uma foto de humor duvidoso, mas nenhum crime cometido. Porém, existem leis trabalhistas claras que regem sobre insubordinação, violação de regras morais e jurídicas e outras não tão claras sobre “manter um comportamento incompatível com as regras da sociedade e da empresa que coloque em risco a reputação do empregador”. Tudo isso no artigo 482 da CLT.

No caso dessa professora, se no contrato de trabalho dela, ou nas regras de conduta que ele deveria ter assinado ao ser contratada, existirem regras claras sobre o uso de redes sociais no horário de expediente, a relação com os alunos ou de confidenciabilidade na sala de aula, ela pode ter quebrado alguma regra.

Já, se ela não quebrou nenhuma destas regras, a simples publicação da foto (ou imprimir e mostrar para os amigos, dá no mesmo) entra naquela questão sobre comportamento e regras da sociedade. Ou seja, totalmente interpretativo.

A solução seria impedir, por contrato, dos professores tirarem fotos dos alunos e divulgarem na internet? Claro que não! Alias, isso seria um erro, estaríamos destruindo um precioso capital social.

A regra deve ser sempre o bom senso. Todos devemos lembrar e relembrar na sala dos professores, que ao trabalhar com jovens e crianças, nossas condutas deverão ser ainda mais cuidadosas.

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Professora obriga aluno a expor insultos feitos no Facebook.

Este também é um caso norte americano.  A professora exigiu que seus alunos acessassem o Facebook para comprovar que a estavam insultando na rede. Fez os alunos criarem uma lista de todos que haviam feito os insultos e os proibiu de fazer um passeio com a classe. (matéria completa aqui).

Fazendo um paralelo com a nossa realidade. Quem se lembra daqueles cadernos de perguntas que as meninas faziam lá pelos anos 90? Para quem não conhece, era um caderno escolar que a menina colocava uma pergunta em cada página, e a cada um que ia respondendo preenchia ao lado da resposta o seu nome. As perguntas iam desde coisas triviais como a cor predileta e qual era o seu animal de estimação, até perguntas mais íntimas como se quem respondia já tinha beijado na boca. Invariavelmente  algumas páginas eram dedicadas a responder perguntas sobre os professores e extravasar toda a fúria adolescente.

Eram os primórdios das mídias sociais. E aqueles cadernos eram tratados pelos professores e pela escola como um “diário pessoal”. Confusões aconteciam, claro. Mas não me lembro de ninguém se exposto por causa disso. Agora que vem a pergunta: Algum professor teria o direito de confiscar este caderno e punir quem o insultou ali?

Essa é uma questão sem resposta nas mídias sociais. O que é público e o que é privado? Pensando que o Facebook tem suas regras de privacidade, onde o que você escreve pode ser público ou pode ser restrito apenas para os seus amigos, quando publicado de modo restrito, não seria o mesmo que uma carta ou e-mail?

Outro ponto importante a se debater aqui é a postura de reação aos insultos. Seria a postura “policialesca” a mais correta? Vigiar e punir alunos e funcionários que falam mal de professores e colegas. Ou não seria o caso de aproveitar essa “janela” e tornar as relações mais honestas, os professores trabalharem melhor a sua relação com os alunos e os trabalhadores perceberem quem são os colegas confiáveis?

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Estudantes são suspensos por ameaçarem professores no Facebook

Esse caso irlandês é bem interessante, pois se trata de bullying de alunos contra professores. Quatro universitários ameaçaram três professores pelo Facebook. Os quatro e todos os quarenta alunos que curtiram a publicação foram suspensos. (matéria completa aqui.)

Mais uma vez o meio não é o responsável pelo problema, ele apenas potencializou. Lembro que ameaças e injúria é crime, mesmo feitas ao pé do ouvido. Ampliado pelas mídias sociais, o que poderia ser apenas rusga de aluno e professor, mostrou um caso sério de bullying. Ótima oportunidade para toda a comunidade discutir suas posturas, como foi feito.

Professora publica fotos seminua no Facebook e choca pais de alunos

Numa primeira análise, o caso é chocante. Uma professora de escola primária, no Reino Unido, chocou os pais de seus alunos após publicar, em seu perfil no Facebook, fotos em que aparece de topless ao lado do marido. (matéria completa aqui).

Porém, pensando calmamente, é apenas uma pessoa com seus critérios e sua moral (só dela, questionáveis ou não) se expondo como bem entende. Questionável, mas nenhum crime. Bom, não seria nenhum crime se na lista de amigos dela não tivessem muitos dos seus alunos, de 8 a 12 anos de idade. Foto no Facebook ou foto impressa, expor crianças a nudez é crime na maioria dos países do mundo. Essa professora se esqueceu que o Facebook pode ser privado, mas não é secreto.

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Tenha regras claras!

Os casos são inúmeros aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui. O que todos tem em comum? Todos violaram alguma regra do “mundo real” ou alguma regra de conduta pré acordada.

Este é o principal. Tenha regras claras. Proibir, alem de inútil, poda um monte de oportunidades de crescimento pessoal, educacional e social. Acredite, as mídias sociais são uma maneira excelente de participarmos das discussões globais relacionadas ao trabalho que estamos desenvolvendo e de nos mantermos atentos ao mundo do nosso aluno. Também podermos nos aproximar cada vez mais das pessoas que se relacionam com a escola onde estamos ou com a empresa que trabalhamos, e podemos promover o encontro entre elas.

Devemos lembrar que as redes sociais são o espelho da nossa identidade e personalidade. Devemos pensar em como queremos que as pessoas nos vejam quando formos construir o nosso perfil em sites como o Facebook e o Orkut. Lembrar que esta é uma construção contínua, a cada atualização feita, nossa imagem também é atualizada.

Por isso, temos que pensar bem antes de adicionar um aluno ou chefe do trabalho aos nossos amigos virtuais, lembrar que ele terá acesso a detalhes da nossa vida pessoal. Além disso, no caso de alunos, estaremos construindo um relacionamento com um menor de idade. E nossas atitudes e o conteúdo ao qual você expomos este menor são subordinados às leis brasileiras.

Veja neste abaixo um exemplo de Código de Conduta na Internet que elaborei. Ele pode ser adaptado a sua realidade. Altere, divulgue e comece uma cultura de uso consciente das mídias sociais no seu trabalho ou na sua escola.

 

 

 

 

 

 

 

 


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Livro de arte, por definição, tem que ter uma boa produção gráfica e editorial. Literatura algumas vezes também recebe tratamento especial. Mas, para mim, livros históricos, bibliografias e toda obra que gira em torno de um tema específico são um convite para uma bela produção. Normalmente estas obras estão recheadas de imagens, ideias, detalhes, “ganchos”, para enriquecer o tratamento gráfico.

Na obra Parla! O Imigrante italiano do segundo pós-guerra e seus relatos, a autora, Luciana Facchinetti, traz histórias, relatos e memórias dos imigrantes italianos e de seus descendentes, por suas próprias palavras, usando a “história oral” como técnica de documentação.

Não pense que neste livro você irá encontrar mais um pouco da Terra Nostra Global. Esta obra traz um outro imigrante, diferente do camponês do inicio do século XX. Fugindo da segunda guerra mundial, este imigrante é urbano, letrado e cheio de consciência politica. O texto pode ser lido como um conjunto de fragmentos, colagem de memórias de quem fez a História. Quem descende de família italiana com certeza escutará em muitos relatos a voz do nonno ou da nonna.

A obra toda é feita com muito cuidado por todos os envolvidos no projeto. Lucianna Facchinetti é historiadora pela PUC/SP e mestre em História Social pela Unicamp, além de descendente direta de alguns de seus personagens. Rodrigo Facchinetti (é jabá sim, e dai? kkkkkk), responsável pelo projeto gráfico é neto destes mesmo personagens. O livro é Editado pela Angellara Editora, editora especializada em livros acadêmicos e obras de autor, que pertence a Rosalba Facchinetti, mais uma descendente.

Aproveitando todas as possibilidades que uma obra cheia de história pode trazer, a montagem de capa foi feita sobre foto do imigrante Giuseppe Facchinetti em sua primeira oficina de marcenaria com um funcionário no ano de 1957. O título montado sobre carimbo das delegacias italianas da época, encontrado nos passaportes do imigrantes. A página 3 apresenta o carimbo do passaporte dos imigrantes que vieram para o Brasil. O livro todo é PB, e uma boa solução encontrada para manter a qualidade das imagens foi usar um papel de miolo de alta qualidade. Assim, nenhum detalhe das fotos, já bem gastas pelo tempo, se perdeu.

Título:Parla! O imigrante italiano do segundo pós-guerra e seus relatos.

Autor: Luniana Facchinetti

Fotos: Alexandre Carvalho e arquivos pessoais

Revisão: Elaina Godoy

Capa e projeto gráfico: Rodrigo Facchinetti

Formato: 16×23 cm

Miolo: Tipologia Agaramond, papel Alta Print 90g, 1×1 cor, 224 páginas

Capa: Tipologia Book Antiqua, papel Cartão Supremo 250g, 4×0 cores

 

 


Sem-Título-8Uma das coisas que mais cria angustia em quem navega pelas redes sociais é saber se o que você quer publicar vai acabar queimando o seu filme com alguém. Afinal, ter um perfil profissional e um pessoal dá muito trabalho. E você quer poder desabafar na sua timeline de vez em quando, não é mesmo?

É possível sim, juntar profissional e pessoal num mesmo perfil. Aliás, eu acho que essa é a atitude mais correta. Afinal, boa parte do marketing pessoal consiste em mostrar quem você é fora das 8 horas regulamentares do expediente de trabalho.

Mas, para isso, é preciso ter algumas coisas em mente e configurar outras tantas no Facebook. Feito isso, é só aproveitar uma timeline plena e sem se colocar em roubadas.

Conte até dez antes de publicar

Mesmo publicando apenas para aquele grupo seleto de amigos, é sempre bom ter em mente aquela dica que o Salman Kan deu no seu livro Socialnomics: Isto que eu vou publicar, eu mostraria para a minha mãe? Se a tua mãe, que te ama incondicionalmente, não quer ver isso ai que você pretende publicar, tenha certeza que ninguém mais quer.

Categorize seus contatos

Fique tranquilo. Ninguém, além de você, pode ver as listas que você criar. Pense em conceitos “chave” que possam ser as categorias para a criação das listas. Coisa simples e abrangente, para facilitar na hora da publicação.

Eu sugiro criar uma ou duas listas novas e aproveitar as listas que já existem no Facebook.

Amigos – Aquele povo que você publicaria qualquer coisa, sem dó. É a categoria default do Facebook, todo amigo novo entra automaticamente aqui. Quem estiver nesta lista pode ver, comentar e compartilhar qualquer coisa que você publicar.

Conhecidos – Assim que você adiciona uma pessoa aos amigos, o Facebook pergunta se você quer coloca-la a uma lista, e Melhores Amigos e Conhecidos são as primeiras listas. Colocando em Conhecidos você diz ao Facebook que essa pessoa é tua amiga, mas não muito. É o jeito mais rápido de excluir pessoas quando for postar alguma coisa. Coloque aqui aquele pessoal que você quer compartilhar quase tudo, mas que uma ou outra coisa do seu “lado negro da força” seja melhor esconder. Quem estiver nesta lista vê todo o seu perfil sem restrições, menos aquilo que você selecionar para não compartilhar com eles.

Restritos – Quem estiver nessa categoria só poderá ver as suas informações básicas e o que você publicar como público. Porém, para que isso funcione, você também tem que selecionar numa listagem essa categoria, mas ela fica mais escondida que os Conhecidos. Aqui entra todo aquele pessoal que você só adicionou por educação e toda aquela “renca de X9 lá do trampo.”

Melhores amigos – Basicamente só serve como lista de distribuição. Eles podem ver tudo o que você posta e todas as suas informações, iguais os Amigos.

Listas Especiais – O Facebook automaticamente tenta categorizar seus contatos. Ele cria listas da sua cidade ou do colégio onde estudou. Como o critério destas listas depende das pessoas terem adicionados estas informações, é uma categorização pouco confiável.

Listas que você criar – Sugiro criar uma ou duas listas no máximo. Para aqueles amigos muito chegados, para publicar o impublicável ou para aqueles contatos profissionais que as vezes é bom direcionar as postagem sem saturar a sua timeline. Funciona mais como lista de distribuição.

Adicionando um contato

Sem-Título-1Veja como é simples. Depois que pegar o habito de fazer isso com todo novo contato vai ser bem fácil. Ao adicionar um novo amigo já selecione na listagem em qual categoria quer que ele fique.

Alterando a lista de um contato

Sem-Título-2Entre na sua lista de amigos, selecione um a um e altere o status. Parece que dá trabalho, mas se você se concentrar em categorizar apenas como Conhecidos e Restritos, verá que serão poucas pessoas que você terá que alterar.

Configurações Adicionais – Privacidade

Sem-Título-3Agora, para garantir que apenas quem você quer irá ver as suas informações, vá em Configurações de Privacidade. Na página seguinte, navegue pelo menu à esquerda e selecione os itens para configurar quem pode ver cada uma das suas informações.

Em Privacidade você poderá configurar quem pode ver as suas postagens de um modo geral e como as pessoas podem encontrar o seu perfil no facebook usando ferramentas de busca, como o google. Clicando sobre Linha do Tempo e Marcações, você irá configurar quem pode publicar no seu perfil, quem pode marcar você em alguma publicação e quem pode ver e comentar onde você for marcado.

Uma configuração importante é a privacidade dos seus dados pessoais e informações básicas  como local de trabalho, status de relacionamento, telefone, etc. Clique sobre o seu nome, no canto superior direito, e depois em Atualizar Informações. Na página seguinte irá aparecer todas as suas informações pessoais. Ao lado de cada uma existe um botão Editar ou o ícone das configurações de privacidade. Vá clicando em um por um e alterando para tornar disponível apenas o que você quer.

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DICA: Deixe tudo liberado apenas para Amigos. Assim você garante que ninguém vá te marcar naquela baladinha suspeita, e quem não devia, mas é amigo do amigo, veja você queimando seu filme de maneira épica.

Agora confira tudo

Sem-Título-4Clicando sobre aquele cadeadinho ali no topo, do lado do seu nome, você tem acesso rápido as configurações de privacidade. Selecione Quem pode ver meus itens? para ver qual é a configuração atual de quem pode ver as suas publicações futuras. O item mais importante é O que outras pessoas podem ver na minha linha do tempo?, com ele você entra em um modo “teste” e pode navegar na sua própria página como se fosse outra pessoa.

Clique em Ver como um pessoa específica e digite o nome de qualquer um dos seus contatos. Ao lado do nome, entre parenteses, irá aparecer o nome da lista que o contato está. Ai é só navegar para ter certeza de que aquela pessoa ou lista está configurada corretamente.

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Postando e cantando e seguindo a canção

Sem-Título-6Agora é só postar. Veja como é simples. Cada vez que você escrever algo, antes de clicar em Publicar, clique nas configurações de compartilhamento que ficam bem ao lado desse botão. Na lista é só selecionar para quem vai. Aqui fica claro que, se você classificar os “indesejáveis” como Conhecidos, em dois cliques a postagem é publicada com segurança. Sem quiser, em Personalizado você pode encontrar a lista de Restritos e todas as outras que você criou.

DICA: Caso você costume publicar no Facebook através do smartphone ou de outros dispositivos (como Instagram ou Twitter), fique atento nas configurações que você deixou selecionadas na última vez que fez uma postagem usando um computador. Estes dispositivos irão usa-las.

 

Pronto. Agora aproveite a liberdade de ser sempre você mesmo para todo mundo. Mesmo que não seja sempre o mesmo. ;D


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Sabe aquele livro que um dia te deram de troco em um sebo e você nunca deu muita bola? Então presta atenção nele, pois você pode ter uma maravilhosa surpresa, como eu. Quando vi o título Espaço-Tempo e Além, e uns desenhos na capa, logo pensei que se tratava de mais um livro engraçadinho sobre física de escola ilustrado para o pré primário.  Tive uma grata surpresa quando descobri que dentro deste livro, ilustrado de maneira muito didática e rica, estavam os mais modernos tratados de física quântica.

Segundo os autores, Bob Toben (ilustrador) e Fred Wolf (físico teórico), “o objetivo deste livro é relacionar algumas idéias usuais das filosofias ao longo da história às ideias da ciência do nosso tempo… Para tentar entender um pouco mais a natureza da realidade”. Assim, através de desenhos divertidíssimos, eles começam o livro explicando a estrutura do espaço-tempo, com todas as teorias dos “buracos de minhoca” e das “cordas”, para depois partirem para os fenômenos paranormais e a estrutura da energia. É física quântica aplicada aos fenômenos do nosso “mundo real”, explicada de uma maneira que nem Stephen Hawking conseguiu fazer.

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A cada conceito apresentado os autores colocaram no rodapé da página letras que remetem aos comentários científicos feitos pelo físico Fred Alan Wolf, para quem quer um pouco mais de teoria. E se ainda não estiver satisfeito, tem uma bibliografia comentada.

O livro foi editado originalmente em 1975 e esta é a edição de 1982, feita no Brasil pela Editora Cultrix.

Capa: 4×1 cores.

Miolo: 1 cor.

Papel: N/D

Acabamento: laminação brilho com orelha

Autores: Bob Toben e Fred Wolf

Editora: Cultrix

Capa: e Projeto Gráfico: Bob Toben

Tradução: Hernani Guimarães Andrade e Newton Roberval Eichenberg

Gráfica: Pensamento